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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Política nossa de todo dia por: @vivi_stars

Que 2011 seria intenso para o CAP, no que tange o extra-campo, isso eu não tinha dúvidas. Muitas e muitas vezes, no início deste ano, alertei meus amigos torcedores que não gostam de política que a briga estava apenas começando.

E agora está aí, no seu desenrolar: a disputa política. Sem chapas documentadas, com pré- formações e muitos torcedores com posição já definida.

O fato é, que o CAP terá um grande “colégio eleitoral” este ano e é necessário correr atrás de apoio, simpatizantes e cabos eleitorais.

Redes sociais são propulsoras destas captações e mais: são disseminadoras do posicionamento de cada um. Hoje qualquer um pode ter um blog. Mas este nem é mais tão necessário: a informação veloz é a preferida dos internautas e ela vem através do twitter e do facebook.

Diariamente, vários atleticanos jogam na sua conta posicionamentos, crenças e descrenças. E, muitas vezes, enormes discussões são geradas acerca de um só tópico de 140 caracteres.

Discutir, argumentar e contra-argumentar é necessário. O que está acontecendo é que muitas destas trocas de ideias vem carregadas de farpas. E farpas que podem ser perigosas.

Tá, vocês vão me dizer que isso faz parte da política. Ok, em termos até posso concordar. Mas não compreendo, e isso acredito que vocês não me farão compreender, a falta de respeito pela escolha de cada um.

Sempre quando somos contrários a algum posicionamento é porque temos nossas crenças e nossas convicções de que ele não é bom. Assim também é o outro. O fato de sermos todos atleticanos deveria bastar para que houvesse mais respeito entre aqueles que divergem.

Argumente, tente fazer valer a sua opinião e até modificar a do opositor. Mas através de ideias e não de julgamentos, generalizações e muito menos ofensa. Desde que o mundo é mundo a ofensa e a apelação só fazem afastar as pessoas. Não é agora que isto vai ser diferente...

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

As meninas do Furacão (por: @vivi_stars)

Fonte: site oficial Clube Atlético Paranaense
Quem esteve na Arena da Baixada domingo, e prestou bem atenção no gramado antes da bola rolar, viu que as crianças que estavam em campo (vestidas com o uniforme da Escolinha Furacão) tinham algo diferente.
Tinham rabos de cavalo, brincos e chuteiras cor-de-rosa: eram meninas! Sim, as Escolas Furacão estão com uma nova modalidade: Futsal Feminino. Modalidade que já nasceu vitoriosa:conquistou a 1ª Copa Furacão de Futsal Feminino Sub-15 (confira a matéria oficial da conquista aqui)
Um título em meio a um projeto que tem propósito nobre: a responsabilidade social tendo o futebol como pano de fundo. É por este propósito que o projeto “Escolas Furacão” foi destaque na Revista Placar deste mês.
É muito bom folhear uma revista Nacional e ver o CAP como destaque. E é bom perceber que as nossas Escolas são um exemplo, por eles intitulado como “Cidadania com Futebol”.
O nosso nome e a nossa marca estão com as Escolas Furacão. Estão em diversos estados do nosso país. Crianças de 3 a 15 anos podem participar e um dos pré-requisitos para atuar em competições nacionais e internacionais é ter notas boas na escola. “Pessoal que está com nota ruim, nota baixa, não vai.”(enfatiza Raphael Biazzeto gestor do Escola Furacão)
Se serão profissionais pelo nosso Clube? Isso não sabemos. Talvez 1% de todos os garotos (as) que passam pelas Escolas atingirão o sonho de ser atleta profissional. Mas o que importa para nós torcedores não é o legado futuro e sim sabermos que nossa marca está ligada a um projeto que se preocupa com a formação das crianças de nosso país.
Temos que nos orgulhar em ver que os fundamentos do futebol estão sendo repassados para a construção cidadãos: a consciência corporal através da prática do Esporte, o espírito competitivo, a responsabilidade e o convívio social.
Oito anos de Escola Furacão e a marca do CAP espalhada por sete estados do país. Uma baita iniciativa, uma bela estratégia. Parabéns Raphael Biazzeto, e a todos os envolvidos, por manterem e inovarem neste excelente projeto.
Sucesso ao projeto, sucesso aos meninos e também às meninas. E por que enfatizei as meninas desde o título? Pois elas representam uma nova vertente no nosso Clube: o futsal. Torço para que, um dia, nosso escudo esteja estampado em projetos de outras modalidades esportivas e seja representado por diversos atletas pelo nosso país afora! Mas esta é outra história, para uma próxima reflexão...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Na saúde e na doença por @vivi_stars

"Um casamento. Feliz, harmonioso. 16 anos. Uma doença chegou...acometeu a esposa. Veio de leve e foi se agravando e preocupando a todos.
O médico escolhido foi bem recomendando, mas descobriu-se que ele não era dos melhores e em pouco tempo acabou por colocar a saúde da mulher em risco. O marido não sabia o que fazer: os filhos adotivos não estavam muito preocupados em ajudar, não tinham comprometimento. Os legítimos eram muito novos, pouco podiam fazer.
Eis que o médico contratou um especialista, que teria que colocar tudo nos eixos. Era de confiança, com experiência. O desafio era grande. A missão estava dada. Iria ele conseguir? O marido não sabia...A única coisa que lembrava era da sua jura de amor: na saúde e na doença.
Apaixonou-se e descobriu o amor desde que a conheceu. Viveu inúmeras emoções, alegrias intensas e algumas preocupações. Nunca a abandonaria na hora da doença. Seria um fraco se a abandonasse por estar sofrendo com sua situação.
Era seu papel - independente de quem a tivesse tratando, independente do quanto a doença se agravava - estar ao seu lado, afinal ELA era o seu amor...O resto era passageiro."


História de amor aqui no Meu Querido Furacão? Fácil saber por quê né? Quem é o nosso grande amor?
Quem leu pensando nele, entendeu a analogia. Quem não leu...leia novamente. São poucas linhas, um recado especialmente para aqueles que declararam esta semana que não vão mais ao jogo, que vão cancelar o Sócio Furacão, que vão abandoar o nosso Atlético. Nosso amor é eterno, a fase é passageira. Então não desanimem nem tampouco desistam.
Estar com o Furacão na alegria e na tristeza...este deve ser o pensamento daquela que verdadeiramente NUNCA ABANDONA!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

No frio de domingo (por: @vivi_stars)

Já há algum tempo sinto falta da ação de campo, promovida pelo CLUBE, com sócios nos jogos da Arena. O já conhecido e popular chute a gol, que levava de 5 a 10 sócios torcedores para participar, deu lugar às ações da Coca-Cola, que leva um participante sorteado através de uma rádio local e um, ou no máximo dois sócios torcedores.
Não sou contra as ações planejadas pela Coca-Cola, parceira do Clube, porém acho que a redução de participantes faz com menos sócios tenham a chance de estar próximo do Clube, participar de algo envolvente. Mesmo com a Coca utilizando intervalo de jogo, o lado oposto poderia ser usado para o chute a gol. O campo é grande e (se bem organizadas) as ações poderiam acontecer simultaneamente.
Mas não. Além da ação da Coca, o que vemos hoje é um sorteio entre os sócios presentes em que o dono da cadeira sorteada ganha um brinde.
DUAS cadeiras premiadas, que são marcadas com um pedaço de papel e anunciadas no intervalo. O fato é que poucos ouvem a cadeira ganhadora (pelo falho sistema de som da Arena) e os que ganham retiram seus brindes na administração, das mãos de um funcionário, o que passa a não representar nada de novo, nem de significativo para os sócios.
Ah, tem também o sorteio de dois ingressos para camarote. Para sócios? Não... para qualquer torcedor que participe das ações realizadas através das redes sociais.
As ações direcionadas aos sócios são mínimas, apesar de terem sido melhoradas nesse último ano: a volta da visita ao CT para sócios aniversariantes e o Sócio na coletiva, são exemplos de ações simbólicas, que aproxima o torcedor do Clube, que foram retomadas nesse último ano.
Mas, o que me motivou escrever este texto hoje? No último domingo, com o frio intenso, não sai da minha cadeira. Fiquei o tempo inteiro no meu lugar e não vi absolutamente NADA acontecer. Nem “bolha Ball”*, nem disparo de camisas da Coca, nem cadeiras sendo anunciadas, NADA.
O frio não espantou o torcedor, mas espantou os organizadores das ações. Então o sócio que vai ao Estádio no frio em um domingo, inicio de noite, não deve ser valorizado? Ou o jogo contra o América Mineiro não deve ser valorizado?
Independente do rival, independente do clima as ações devem acontecer: isso se chama comprometimento.
O sócio nunca deve ser esquecido, deixado de lado. As ações podem ser simples, os brindes podem ser simbólicos. Basta que se tenha boa vontade, organização e criatividade para desenvolvê-las, haja o que houver: faça sol, ou faça chuva.

PS: ao pesquisar mais sobre as ações cliquei no campo de busca do site oficial a palavra SÓCIOS. Resultado: A busca por sócio encontrou 1275 registros. O fato é que não consigui passar da primeira página, tendo acesso a somente as 10 noticias mais recentes. Tem que ver isso aí!

*Acão da Coca-Cola.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Joga ali, joga acolá (por: @vivi_stars)

Após a repercussão da reunião em que o Conselho Deliberativo do CAP optou pela proposta do conselheiro Mario Celso Petraglia para gerir as obras da COPA do Mundo, houve um alvoroço pelos lados do Alto da Glória.
A declaração que causou tal turbulência foi a de que uma das rendas do Clube para obra seria oriunda do aumento de número de sócios “para 35mil, desde a saída da Arena para o Couto Pereira” (Gustavo Ribeiro, para Gazeta do Povo, 27/07/2010)

As manifestações por parte da torcida verde foram de surpresa e contrariedade.

Supresa? Não entendo. O Couto Pereira é e sempre foi uma das opções. Afinal de contas é claro que o Clube não optará nunca por jogar longe de Curitiba. Arena Joinville nem pensar! Além do Couto Pereira a opção mais plausível é a Vila Capanema, e é entre um e outro que a opinião dos torcedores (rubro-negros) se divide.

Alguns preferem o Couto. Outros preferem a Vila Capanema. É uma questão de opinião, baseada em fatos ou apenas em vontades.

Analisando os fatos o Couto Pereira tem muitos pontos a seu favor, sendo o mais positivo deles o tamanho. Simples assim. O CAP não precisaria mexer na estrutura do Couto para abrigar seus sócios e para aumentar o número de seus associados.

A Vila Capanema tem em seu beneficio a localização e a ausência da rivalidade acirrada que permeia as torcidas de Atlético Paranaense e Coritiba. Porém, o Estádio vizinho teria que sofrer modificações. Hoje, a Vila Capanema tem capacidade, anunciada, de 20mil – porém a capacidade real das arquibancadas não passa dos 18 – e não está preparada de acordo com o Estatuto do Torcedor (com câmeras de segurança) para receber um público de mais de 9.999 pessoas.

Analisando somente estes quesitos, o mais viável fica claro. Jogar no Couto será difícil, os sócios terão que adaptar-se a realidade: a ausência das cadeiras e locais marcados e a falta de cobertura. Mas isso é passageiro. Sairemos da nossa Arena excelente, para encontrá-la melhor ainda!

Para nós rubro-negros, o melhor que temos a fazer é esperar e apoiar, a decisão da comissão. Apoiar sim, pois independente das preferências individuais, o sacrifício de mudar de casa será para o nosso bem: ganharemos como sócios, ganharemos como Clube!

Respostas (de torcedora para torcedor)

Aproveito este espaço para responder uma coluna repleta de questionamentos. “A engenharia financeira”, de autoria do torcedor verde Luiz Carlos, foi publicada na globo.com no dia 27/07 e tem como mote a grande indignação dos torcedores com a possibilidade do CAP ir jogar no Couto Pereira.

“Então, nós sócios do Coritiba e proprietários de cadeira no Couto Pereira, teremos que conviver com os sócios do time “deles” lá no nosso estádio, utilizando o Alto da Glória para os jogos do time da Baixada?”

Mesmo que o empréstimo/aluguel não seja consentido: a FIFA pode obrigar o Clube a emprestar e/ou estipular valores a serem pagos pelo CAP. Então neste caso a resposta é: sim.

“E, supondo que isto venha a ocorrer, como faríamos nos AtleTibas, com mando “deles”? Qual seria o setor do Couto Pereira, que, nesta hipotética e assombrada ideia, seriam utilizados pelos fieis sócios do Coritiba?”

Meu caro, que pergunta primária! O Estádio será do mandante do jogo. Se o mando for do CAP, o espaço de vocês será o dos visitantes: com venda de ingressos. Simples assim.

Acredito que no regulamento dos sócios deva constar que lhes é dado o direito de assistir os jogos no Couto Pereira quando são a mando do Coritiba. Se não tem, tá falho.

“Como a carga de ingressos no Couto nos jogos de maior apelo e mais recentes tem sido de 34 mil e 400 torcedores, dos quais, 3.400 ingressos para os adversários, a conta de 35 mil não fecha. (...) Para ter 35 mil lugares disponíveis na hipotética situação “deles” jogarem no Alto da Glória, as reformas no Couto teriam que começar e terminar antes do início das obras da Baixada, não é?”

Não. Em momento algum fala-se em 35mil sócios presentes. Existem outros planos de associados que vão além do convencional. Logo, para atingir este número de associados (e ter destes a arrecadação) não precisamos ter estes locais disponíveis...

No mais, diga a nação coxa que não se preocupe. Se formos usar a casa verde, a manteremos organizada e cuidaremos até melhor do que vocês donos. Pois, assim como os “poodles” (como vocês costumam nos chamar), somos educados: ficamos no local a nós destinado, não precisando invadir nenhum gramado, e fazemos xixi somente em local apropriado.

terça-feira, 19 de julho de 2011

A Consciência política (por: @vivi_stars)

A consciência política

Ano eleitoral. Está aí um momento que até alguns anos atrás em nada diferenciava para o torcedor atleticano. O Clube tinha uma administração sólida, eficaz e que se mantinha ano após ano, de forma intocável.

Até as últimas eleições em dezembro de 2008. Foi quando o panorama mudou. Duas chapas candidatas e o torcedor teria que escolher qual o melhor para o Clube. Votar com a consciência de que a maioria iria escolher o destino do CAP.

Foram pouco mais de 3mil sócios que tiveram direito de voto, de acordo com o Estatuto vigente. E estes foram até as urnas, para o que chamamos de primeiro “bate-chapa” da história do Clube Atlético Paranaense.

Este momento foi fundamental na vida do Clube: despertou a consciência política nos torcedores. Manteve sócios fiéis (mesmo aqueles que não votaram neste primeiro momento) sabendo que poderão envolver-se no destino do Clube: votar e ser votado.

Não cabe aqui, falarmos sobre o Estatuto  – o qual todos tem acesso no site oficial -  mas sim falar sobre como a política regeu nosso Atlético nos últimos tempos.

Hoje quero me ater a um fato - que tem relação com este amadurecimento político da torcida -  ocorrido na última semana: a manifestação pró renúncia.

Não houve rubro negro que não falasse dela: seja para apoiar ou criticar, para depreciar ou enaltecer. Não houve quem não estivesse, de alguma forma, envolvido nessa manifestação, que uniu diversos movimentos em um objetivo comum: lutar pela  melhoria na gestão do Clube. Lutar pela substituição do que tem sido, para grande maioria, ineficiente.

Isto é uma verdadeira demonstração de maturidade política. Demonstração que a torcida tem dado de que sabe do poder de mudar e influenciar nos rumos do seu Clube do coração. Maturidade tamanha, a ponto de tecer elogios ao que antes era criticado ferrenhamente.

O contra-ponto, o contra-senso, a diferença dos perfis, dos planejamentos, dos resultados. Precisou-se chegar ao limite do aceitável para que muitos percebessem que muitas das críticas feitas antes eram valoradas de forma pessoal: motivadas por comportamentos e por temperamentos vindos da cúpula que regia o Clube.

Mas, espera aí: torcida não tem que querer afagos, simpatia e complacência. Torcida tem que querer o bem do Clube, sempre. Aqui enfatizo a TOF que se posicionou muito bem quanto a isso: se for pelo bem do Clube Atlético Paranaense aceitamos o que vier. Precisamos retomar nosso lugar de destaque nacional! Nem que seja a duras penas: com soco na mesa, cara feia, regras rígidas. Não importa, desde que exista pulso firme.

Eu não quero ter um Clube simpático a todos. Prefiro ele carrancudo e aguerrido mas que demonstre competitividade e raça. E pelo que percebi nos últimos dias, muitos compartilham desse pensamento...


segunda-feira, 4 de julho de 2011

O fenômeno Sócio Torcedor (Por @vivi_stars)

O fenômeno Sócio torcedor e a média de público: caso Arena da Baixada.
O Campeonato Brasileiro começou e o Clube Atlético Paranaense mantém sua média de público dos últimos anos, a qual é sempre superior a 10mil pagantes.
Sim, claro que dentre estes torcedores presentes, a maioria sempre é formada por sócios torcedores. Podemos dizer então, fazendo uma conta simples, que o CAP recebe em cada partida, cerca de 55% do seu quadro associativo.
O fenômeno sócio torcedor, hoje presente na grande maioria dos Clubes de serie A, B e C do Campeonato Brasileiro de Futebol, tem como principal objetivo gerar receita fixa para o Clube, independente da quantidade de torcedores que freqüentam o estádio. Porém a média de público é sempre observada pela imprensa e por boa parte dos torcedores.
Recentemente o arqui-rival do CAP divulgou, em seu site oficial, ter atingido a marca dos 30mil sócios. Para a surpresa de muitos, no jogo posterior a marca atingida, apenas 30% destes  estavam no Estádio. O que foi motivo de chacota para muitos torcedores rubro-negros é facilmente explicado por um dos fatores que mais influencia a presença dos sócios no estádio: o CONFORTO.
Sim, ele explica a média de público que o CAP mantém, tendo em vista inclusive o Campeonato Paranaense, e também a presença pífia dos sócios na partida Coritiba x Ceará, que aconteceu em uma noite de quarta-feira fria e chuvosa.
O conforto do Estádio coberto, das cadeiras nominais, da não presença de ambulantes circulando pelas filas de acentos e a proximidade do campo são fatores que conseguem disputar diretamente com o sistema televisivo pay-per-view, que hoje tem seu acesso facilitado.
Na ausência deste conforto, que inclui inclusive facilidade de estacionamento e deslocamento, o pay-per-view ganha espaço: assiste-se ao jogo no conforto de casa, seco, sem estresse e ainda tendo a possibilidade de ver várias partidas ao mesmo tempo!*

Refletindo acerca desses parágrafos e pensando num futuro próximo, deixo-lhes um questionamento: Restam dúvidas de que os Clubes que poderão usufruir de uma Arena-FIFA, das várias que permearão as regiões brasileiras, serão imensamente privilegiados em relação àqueles que não se modernizarem? E digo isto, não sob a ótica da média de público, mas sim analisando a receita fixa do sócio torcedor: o conforto nas Arenas padrão FIFA será ampliado. Ao sócio torcedor será ofertada a oportunidade de ir mais vezes ao  Estádio na companhia da família, em dias frios, chuvosos e em horários que  privilegiam somente as emissoras de TV. Muitos serão os torcedores que irão colaborar para garantir seu lugar em um Estádio com este padrão.
 Receita ampliada - Clube fortalecido -  Sócio satisfeito. E está formado um círculo virtuoso para o Clube que quiser estar entre os melhores do Brasil pós Copa-2014.

Nós, Sócios Furacão, somos privilegiados, já temos parte dessa estrutura. Mas precisamos que ela fique completa, ainda mais moderna. Não é hora de ficarmos para trás!  Deixo essa reflexão, buscando a conscientização dos torcedores e sobretudo dos sócios, alguns relutantes aos reajustes que poderão vir a acontecer: Cada um de nós deve colaborar para o futuro do Clube.
Colaboram aqueles que querem assistir ao jogo no conforto da sua cadeira, na companhia do seu vizinho. Colaboram aqueles que querem levar a família ao Estádio em dia/noite de chuva. Colaboram aqueles que querem uma Arena ainda mais moderna, geradora de receitas. E, é claro, colaboram aqueles que querem ver sempre o Caldeirão Ferver!

Por: @vivi_stars
* Sistema de Mosaicos